Você não pode controlar os outros
Você não pode controlar o que eles dizem, o que pensam e o que fazem.
As pessoas têm o direito de pensar e dizer o que quiserem,
Você não pode dar ao outro o poder de controlar como você se sente e o que você pensa.
Você precisa dizer ao outro:
‘Você tem o direito de dizer isto e de pensar isto. Mas eu tenho o direito de discordar: eu tenho o direito de não reagir, eu tenho o direito de continuar acreditando que sou muito melhor do que você pensa.’
Fácil? Sei que não! Mas quem sabe pensar e tentar isto todos os dias não pode melhorar o que você vem sentindo toda vez que é vítima de bullying?
http://bullyingnaoebrincadeira.com.br/2011/08/mensagem-para-as-vitimas-de-bullying/
Bullying
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Entrevista com menino que sofre Bullying.
Menino autista se defende e "cala a boca" de todos.
Foto: reprodução Youtube
“Eu... Não acho que vocês realmente me enxergam como uma pessoa. Eu acho que vocês me veem como um grande alvo. Vocês estão sempre me deixando fora de tudo... Nunca prestam atenção em mim ou em qualquer coisa que eu digo.”
“Eu quero tentar ser amigo de vocês, mas vocês não tentam ser meus amigos. E isso me faz sentir muito... Mal.”
A frase foi dita, cheia de coragem, por um menino autista, que sofria bullying na escola.
Jake se defendeu dos valentões da sua classe ao desabafar durante uma das aulas de educação física.
A atitude corajosa foi filmada como parte do projeto “The Bully Project”, uma campanha de ação social que pretende acabar com o bullying.
Ele disse que, desde o dia da gravação do vídeo, as coisas passaram a rolar muito melhor.
E ele dá dicas para quem sofre do mesmo problema
Em entrevista ao Upworth, Jake disse: "O bullying tem causado um grande impacto na minha vida, mas depois que o vídeo foi gravado eu fiz muitos amigos... Às outras crianças autistas, eu aconselho que, se vocês estão sendo intimidadas, tentem pedir para que parem e não reaja. Se isso não funcionar, recorra a um adulto. Pode parecer difícil, porque nós não conseguimos lidar com tanto estresse assim como outras crianças que não têm autismo, mas você vai conseguir passar por cima disso e se tornará uma pessoa ainda mais incrível – na verdade, você já é!
Seg, 19 de Maio de 2014 12:05
http://sonoticiaboa.band.uol.com.br
REFLITA
“A vida é muito curta para desperdiçar seu tempo precioso tentando
convencer pessoas que desejam apenas viver derrotadas na escuridão. Faça
o seu melhor para ajudá-los, mas não permaneça tempo suficiente para
que a atitude ruim dessas pessoas puxe você para baixo. Afaste-se e
fique junto de pessoas otimistas.”(Zig Ziglar)
Fonte: http://bullyingnaoebrincadeira.com.br/2011/08/mensagem-para-as-vitimas-de-bullying/
Fonte: http://bullyingnaoebrincadeira.com.br/2011/08/mensagem-para-as-vitimas-de-bullying/
O que é Bullying?
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b)bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullyingentre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra obullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
http://www.brasilescola.com/sociologia
Assinar:
Comentários (Atom)

